Mais umas doses de leitura e duas xícaras de chá sobre a fumaça do fim da tarde. Mais uma lágrima de desespero, de tristeza, de perdas de sonhos e de exageros. Vivendo sem rumo sob o sol dos dias e com saudades da nostalgia que lhe trazia o luar. Assim que aquele homem vivia, de coração partido sempre à esperar. Ele vivia sem aumento, pedindo passatempos que poderiam permitir a dor passar. Mas infelizmente, mas um dia veio a surgir, mais uma olhada na tevê ele fez ele mesmo passar. E assim, esperando a dor terminar, ele seguiu os dias, sempre a esperar.
domingo, 17 de julho de 2011
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